The holidays are over

Em 2009, eu pedi ao Papai Noel um Chuck Bass; em 2010, ele me deu um.
Em 2010, eu pedi ao Papai Noel um Chuck Bartowski; em 2011, ele me deu um.
Mas nenhum dos dois permaneceu. Acabou, passou.
E aí, no Natal de 2011, eu resolvi pedir ao Papai Noel um pouquinho de paz.
Porque a verdade é que há um tempo pra ligar na CNN e outro no Disney Channel; há um tempo de mudança, e outro pra manter; há um tempo de sofrer, e um tempo de serenidade.
E é assim que eu começo o ano de 2012: serena, e com mil motivos pra ser feliz em cada um dos 366 dias desse ano.
Feliz ano novo. Feliz ano todo!

PS: o primeiro dia de 2012 ainda nem acabou e eu já escorreguei na escada, bati com a cabeça, ralei o joelho, e cortei a mão. Danger magnet.

promessa

se algum dia eu me casar… e se algum dia, resolvendo me casar, decidir por dar uma festa de casamento, eu prometo: só será servido Veuve Clicquot, e vodka russa – de preferência, Russian Standard; no mínimo, Stolichnaya.

porque, se for pra casar, e se for pra festejar o casamento, que seja direito.

claro, outras bebidas também farāo parte do menu. dert.

e vodka russa não é nada pequeno; nāo é nada além de glorioso.

Depois de uma noite em claro

Se eu tô bem, se eu tô ok, nem vou dizer.

love remains the same

“The stories we love best do live in us forever. So whether you come back by page or the big screen, Hogwarts will always be there to welcome you home.”
– JK Rowling.

E esse amor incondicional, eterno, sincero não é nada pequeno.

apenas mais 01 história

era uma vez uma mocinha que não esperava mais amar ninguém como já tinha amado antes aquele ex-namorado que não conseguia esquecer de forma alguma. era um mês de outubro, há alguns anos atrás, e ela estava organizando um evento com seus amigos. ainda era o segundo dia do evento, e ela já carregava olheiras que denunciavam as noites mal dormidas e as muitas preocupações em conciliar todas as atividades com a atenção devida que deveria dar aos seus amigos.

e eis que a mocinha da nossa história, de repente, entra na sala onde sabia que encontraria uma pessoa que já tinha conhecido mais cedo naquele dia, e uma outra, que jamais tinha visto; mal sabia ela que, ao abrir aquela porta, sua vida jamais seria a mesma. porque, as vezes, as coisas acontecem assim: com um simples movimento, como ir a um restaurante, ao cinema, ao teatro, a uma loja, a uma praia, ou, neste caso, entrar numa sala, tudo pode mudar; e mudou, porque ela viu ali aquele que seria o dono do seu coração por um longo tempo.

o primeiro passo era descobrir o nome dele; fácil. depois, descobriu o que estudava e onde estudava. mais tarde, descobriu que tinha namorada, e que por ela era apaixonado, devotado, encantado. a mocinha da nossa história sentiu, então, um aperto em seu coração; e mal sabia ela que era só o primeiro de muitos que sentiria por conta desse rapaz. a mocinha, conhecida pelos seus hábitos certinhos e bastante ortodoxos, jamais tentaria qualquer manobra enquanto o objeto de desejo do seu coração fosse comprometido; ficava quieta, observava, esperava.

naqueles dias, os seguintes à primeira vez que se viram, a mocinha e o rapaz conversaram, descobriram que tinham coisas em comum, outras nem tanto, mas que, de fato, se davam bem. e se davam tão bem que era notório, e uma amizade logo se formou ali.

ao final do evento, como os outros amigos de fora do estado que a mocinha morava, o rapaz voltou para sua casa, e eles ficaram sem muito contato nos meses seguintes – em parte, porque a mocinha não queria cair mais e mais nesse poço sem fundo; em parte, bem, em parte porque a vida se encarrega de tomar conta do coração da gente.

já no outro ano, os muitos amigos que tinham se encontrado naquele outro feriado se reuniram novamente; dessa vez, em outra cidade, diferente da primeira. ao encontrar o rapaz, este protagonista da nossa história, a mocinha tremeu, estremeceu, ficou com a boca seca, o coração batendo rápido; ela não sabia se portar de maneira adequada estando perto dele. evitava, portanto. mas, numa festa, depois de algumas cervejas, danças, brincadeiras, e mais cervejas, o rapaz confessa que, se não tivesse namorada… ah, se não tivesse namorada… mas, bem, a mocinha, muito certinha, o corta antes mesmo de terminar a frase, amparada pelo amigo que já entendia tudo o que poderia acontecer se faltasse um pouco mais de juízo aos dois. ao final desse feriado, despediram-se, e cada um voltou pra sua cidade.

a verdade é que, enquanto o rapaz namorava, a mocinha tentava preencher seu coração com outros rapazes – menos especiais do que ele, mas, ainda assim, de alguma forma especiais. ela tentava, de todas as formas, esquecer aquele que tanto queria, porque algo lhe dizia que ou jamais terminaria aquele namoro, ou alguma coisa não daria certo entre os dois, que tanto combinavam, mas que eram tão racionais.

outros meses se passaram, o pouco contato era a maior verdade, mas aí a mocinha foi pra cidade do rapaz, junto com seus amigos de outras cidades, pra outro feriado juntos, num evento similar àquele que dera início a tudo. o rapaz conversava com a mocinha sempre que era possível, e ela com ele, e os dois seguiam combinando, e ela ajudava ele no que era preciso, mas jamais ultrapassando os limites que aquele namoro fantasmagórico impunha àquela história. a mocinha acabou beijando um outro rapaz naquele feriado, um outro amigo, uma pessoa por quem também tem muito carinho, mas que de forma alguma poderia representar algo tão significativo quanto o rapaz que protagoniza esta história.

separados mais uma vez pelo fim de um evento, a mocinha voltou pra casa, o seu caso com o outro amigo encerrava-se, e seu coração continuava a bater mais forte quando o nome do rapaz que protagoniza esta história era mencionado, ou aparecia nas redes sociais, ou qualquer coisa do gênero.

meses se passaram.

mudou o ano.

outros meses se passaram.

e aí, um belo dia, a mocinha recebeu um email; um email, não, um pedido via email. um pedido para que acompanhasse o rapaz num evento como aquele que tinha sido a mola mestra disso tudo. o rapaz queria a mocinha como sua dupla. e a mocinha, logicamente, aceitou.

a mocinha viajou pro Médio Oriente, e mesmo de lá, em pleno Carnaval (pros que estavam em terras brasilis, pelo menos), trocava emails com o rapaz. combinavam, articulavam; seria glorioso!, diziam.

encontraram-se, então, um pouco mais de um mês depois de tudo estar combinado, quando já era quase hora de atuarem como uma dupla; como a dupla dinâmica e homogênea que sempre deveriam ter sido. nesse meio tempo, o rapaz tinha contado à mocinha que estava, enfim, solteiro. naturalmente, a mocinha ficara eufórica – seria, enfim, sua chance, a chance que tanto esperava ter para ao menos saber qual o gosto teria o beijo daquele rapaz? e, de fato, foi. logo no segundo dia que se encontraram, do que seria o início de uma semana inesquecível, os dois se beijaram. ah, como foi bom! ambos confessavam não acreditar aquilo ser finalmente possível; suas bocas pareciam ter sido moldadas uma para a outra. por uma semana, seus corpos se movimentavam como planeta e satélite, ora segundo as coordenadas dela, ora segundo as coordenadas dele. beijaram-se em cidades diferentes, conversaram em cidades diferentes; beijaram-se muito, muito, muito; descobriram como fazer de cada beijo uma novidade, e aproveitavam isso.

depois de uma semana de muitos te quiero mucho, confissões, verdades, beijos, abraços… despediram-se. a mocinha deixou a cidade antes dele, e deixou a bucólica pracinha com lágrimas nos olhos, porque tinha a certeza de que nada seria como antes, nem como então.

a mocinha, em casa, não sabia o que fazer; queria de novo tudo aquilo, queria sentir aquela emoção outra vez, aquela emoção de enfim ter o rapaz com quem tanto sonhava abraçando-a, beijando-a, dizendo que a queria.

ah, como ela tinha gostado disso.

num impulso, a mocinha decidiu que iria visitar os amigos na cidade em que o rapaz, o nosso protagonista, morava. e foi.

usou uma desculpa, logo desfeita, e foi.

foi atrás do que queria. foi dizer o que pensava.

ganhou um beijo, meio forçado, meio incômodo, dentro do carro do rapaz, aos 45 do segundo tempo. e a mocinha viu que tinha feito besteira.

a verdade é que, mesmo depois de tanto tempo, mesmo depois de quebrar tanto a cara, a mocinha ainda não aprendera a ficar quieta; ela ainda não tinha aprendido que deveria guardar seus sentimentos pra si mesma, ao invés de sair por aí, proclamando aos quatro ventos de quem gostava ou deixava de gostar.

depois dessa viagem, depois da cena ridícula protagonizada pela mocinha no avião em que voltava, enquanto ainda chorava, sentada naquela poltrona, olhando as nuvens da sua janela, a mocinha decidira que esqueceria o rapaz. sabia que tinha feito besteira. tinha certeza de que tinha arruinado tudo. tomara uma decisão, e que seria definitiva (ou, pelo menos, era isso que ela repetia pra si mesma, infinitas vezes).

a mocinha, então, parou de mandar mensagens, de olhar as redes sociais, de tentar contato. viajou; e, como gosta de dizer, se curou na primeira montanha russa que andou. a mocinha encontrou as forças que precisava pra voltar, e sabia que teria que ser forte na despedida de um amigo em comum que se aproximava, onde o encontro seria inevitável.

naturalmente, nossa mocinha preferiria jamais ter visto nosso protagonista outra vez. tudo seria mais fácil. óbvio.

mas, a primeira pessoa que viu ao chegar na cidade em que se daria a despedida, foi, naturalmente, o rapaz, este que protagoniza nossa história. a mocinha, primeiro, ficou abalada – primeiro, não, o tempo todo abalada -, mas posava de forte, tentava não ceder. a mocinha agiu como deveria por 24 horas, mas, depois de alguns bons drinks e umas três ou cinco tentativas do nosso protagonista, acabou cedendo, e acabou beijando aquele que tanto queria arrancar do seu coração.

e, outra vez, nossa mocinha se sentia como se nada mais importasse nesse mundo, como se aquele fosse o melhor momento da sua vida, como se aquele beijo fosse o melhor beijo do mundo, como se aquele momento jamais fosse acabar.

mas acabou.

a mocinha voltou pra casa, e teve pouco contato com o rapaz que protagoniza nossa história num período de 2 ou 3 meses. mas aí o rapaz viria para a cidade dela, ficaria hospedado na cidade dela, passaria 5 dias na cidade dela.

a mocinha começou a se preparar psicologicamente para um encontro que certamente não teria beijos, abraços, ou muitas cortesias.

o problema todo é que, como a gente sabe, o coração tem sua própria razão, e não adianta preparar-se psicologicamente por meses ou anos, porque ele, o coração rebelde, sempre vai bater mais forte quando ele bem entender.

e foi só a mocinha ver o rapaz outra vez que as suas defesas desmoronaram, e ela já não sabia mais o que fazer.

agia o mais normalmente que podia, mas sabia que não era o suficiente. ao menos, tentava.

conversava com os amigos, tentava acalmar seu coração. desejava que outros seus melhores amigos também estivessem por perto; mandava mensagens pra eles, pedindo apoio, pedindo socorro.

só que tem outra coisa que a gente sabe muito bem: não há forma de fazer alguém gostar mais de outro alguém do que ver aquele alguém com aquele molejo de amor machucado, aquela tristeza, aquela dor que só sente quem já amou, e amou muito.

e o rapaz, protagonista da nossa história, estava assim, revelando seu amor machucado, triste, doído, que tanto lhe fazia falta. e essa mocinha, mais do que ninguém, compreenderia aquela dor, pois convive com ela há tantos cinco anos.

a mocinha tentava, de alguma forma, consolar o rapaz, sem sinais de que queria algo além do que oferecer seu carinho e ombro amigo – afinal, eram amigos – mas o rapaz a evitava. e isso machucou a mocinha. e machucou tanto, e tanto, que ela passou a não querer ficar tanto por perto, também. e isso provavelmente foi a atitude mais certa e mais errada que tomara o feriado inteiro.

a mocinha chorava.

a mocinha chorou.

ao final do feriado, a mocinha chorou, chorou muito, chorou demais, de alívio, de dor, de tudo junto. os olhos inchados, a voz embargada, não conseguia nem falar, nem comer, nem nada. parecia que uma faca gelada tinha atravessado seu estômago, e que aquela ferida que tinha no coração jamais cicatrizaria.

a mocinha, então, tomada pela emoção, tomou outra burra decisão. tomada pela emoção de uma boa notícia – boa não, excelente – que recebera, decidira fazer uma desintoxicação da sua vida; cortaria refrigerante, faria exercícios, e, definitivamente, queria resolver, de uma vez por todas, essa história que tanto lhe fazia mal, e que tanto queria continuar vivendo, e que tanto lhe custava.

a decisão burra, pouco condizente com todas as atitudes sempre racionais e certinhas que tomava, foi questionar o rapaz, o nosso protagonista, este rapaz que, como a mocinha da nossa história, ama azeitonas, dispensa as bordas das pizzas, e cultiva com carinho problemas de estômago, o porquê de tão mal tratamento durante aquele feriado pouco distante.

e, ainda sem resposta, a mocinha aguarda. como ela disse, I’ll be waiting, ela continuará esperando.

a mocinha sabe que a resposta talvez nunca chegue. a mocinha sabe que a resposta pode chegar, e chegar ferindo ainda mais esse coração machucado. a mocinha sabe que nada do que gostaria que acontecesse de fato acontecerá. a mocinha sabe que deveria ter aprendido, ter ficado com a boca fechada, ou com os dedos menos impacientes, e não ter enviado aquela mensagem, tão bem redigida, mas ao mesmo tempo tão inapropriada.

a mocinha sabe o risco que corre.

e, mesmo assim, a mocinha prefere correr o risco. a mocinha da nossa história sabe que, de fato, é melhor ter uma faca enfiada e torcida no seu estômago do que continuar querendo tanto que o rapaz, nosso protagonista, diga que gosta tanto dela, e que gosta tanto de beijá-la.

a mocinha da nossa história continua olhando as fotos que não devia; continua querendo os beijos que não deveria querer; continua imaginando como seria maravilhosa a vida caso sobrasse emoção entre os dois, e eles se dessem a chance de curtir um ao outro, na boa, sem chorar, enquanto o tempo permitisse.

a mocinha está quase ficando sem paciência. paciência é uma virtude. mas é que ela acha muito difícil esperar.

a verdade é que a mocinha sente que está esperando pela chuva no meio de uma seca, e sabe que, ainda que a chuva caia, pode causar-lhe mais malefícios do que, de fato, apaziguar a sede e o calor.

a mocinha quer resolver logo essa história. a mocinha da nossa história quer virar essa página, quer seguir em frente, quer ver-se livre desse fantasma que a assombra.

mas a mocinha não consegue.

porque o rapaz, este protagonista da nossa história, é o primeiro e o último pensamento de todos os dias dessa mocinha desde que eles se conheceram, e ela já não sabe mais como tirá-lo da cabeça.

talvez muitas viagens, champanhes, filmes, livros… talvez, só talvez, algum dia, alguma coisa consiga preencher esse vazio que fica cada vez que ela se lembra da certeza do fim de uma história que não teve começo nem final.

depois da tempestade

depois de um feriado sacal, cheio de choro, tristeza, sofrimento, e a tão aguardada aposentadoria, eis que Deus me manda a melhor notícia do ano.

obrigada, meu Deus. obrigada por cuidar da minha vida, e não me desamparar nunca. eu aceito o seu plano pra mim, e agradeço por me fazer crescer a cada dia.

e isso não é nada pequeno.

se eu soubesse

Ah, se eu pudesse não caía na tua
Conversa mole, outra vez
Não dava mole à tua pessoa
Te abandonava prostrado a meus pés
Fugia nos braços de um outro rapaz

Mas acontece que eu sorri para ti
E aí, larari, lairiri, por aí

 

a dose diária de Chico Buarque, só porque faz um bem danado.

a dama de ferro

Margaret Hilda Thatcher, uma das mulheres mais inteligentes da História.

tem jeito não. the “Iron Lady” is an idol.

e esse registro foi um oferecimento do trabalho de Economia Política Internacional. ê lerê.

from the Sovereign Majesty Queen

To the citizens of the United States of America from Her Sovereign Majesty Queen Elizabeth II:

In light of your immediate failure to financially manage yourselves and also in recent years your tendency to elect incompetent Presidents of the USA and therefore not able to govern yourselves, we hereby give notice of the revocation of your independence, effective immediately. (You should look up ‘revocation’ in the Oxford English Dictionary.)

Her Sovereign Majesty Queen Elizabeth II will resume monarchical duties over all states, commonwealths, and territories (except Kansas , which she does not fancy).

Your new Prime Minister, David Cameron, will appoint a Governor for America without the need for further elections.

Congress and the Senate will be disbanded. A questionnaire may be circulated sometime next year to determine whether any of you noticed.

To aid in the transition to a British Crown dependency, the following rules are introduced with immediate effect:

1. The letter ‘U’ will be reinstated in words such as ‘colour,’ ‘favour,’ ‘labour’ and ‘neighbour.’ Likewise, you will learn to spell ‘doughnut’ without skipping half the letters, and the suffix ‘-ize’ will be replaced by the suffix ‘-ise.’Generally, you will be expected to raise your vocabulary to acceptable levels. (look up ‘vocabulary’). (I love that one)

2. Using the same twenty-seven words interspersed with filler noises such as ”like’ and ‘you know’ is an unacceptable and inefficient form of communication. There is no such thing as U.S. English. We will let Microsoft know on your behalf. The Microsoft spell-checker will be adjusted to take into account the reinstated letter ‘u” and the elimination of ‘-ize.’ ‘ (I love that one too)

3. July 4th will no longer be celebrated as a holiday.

4. You will learn to resolve personal issues without using guns, lawyers, or therapists. The fact that you need so many lawyers and therapists shows that you’re not quite ready to be independent. Guns should only be used for shooting grouse. If you can’t sort things out without suing someone or speaking to a therapist, then you’re not ready to shoot grouse.

5. Therefore, you will no longer be allowed to own or carry anything more dangerous than a vegetable peeler. Although a permit will be required if you wish to carry a vegetable peeler in public.

6. All intersections will be replaced with roundabouts, and you will start driving on the left side with immediate effect. At the same time, you will go metric with immediate effect and without the benefit of conversion tables. Both roundabouts and metrication will help you understand the British sense of humour.

7. The former USA will adopt UK prices on petrol (which you have been calling gasoline) of roughly $10/US gallon. Get used to it.)

8.You will learn to make real chips. Those things you call French fries are not real chips, and those things you insist on calling potato chips are properly called crisps. Real chips are thick cut, fried in animal fat, and dressed not with catsup but with vinegar.

9. The cold, tasteless stuff you insist on calling beer is not actually beer at all. Henceforth, only proper British Bitter will be referred to as beer, and European brews of known and accepted provenance will be referred to as Lager. New Zealand beer is also acceptable, as New Zealand is pound for pound the greatest sporting nation on earth and it can only be due to the beer. They are also part of the British Commonwealth – see what it did for them. American brands will be referred to as Near-Frozen Gnat’s Urine, so that all can be sold without risk of further confusion.

10. Hollywood will be required occasionally to cast English actors as good guys. Hollywood will also be required to cast English actors to play English characters. Watching Andie Macdowell attempt English dialogue in Four Weddings and a Funeral was an experience akin to having one’s ears removed with a cheese grater.

11. You will cease playing American football. There are only two kinds of proper football; one you call soccer, and rugby (dominated by the New Zealanders). Those of you brave enough will, in time, be allowed to play rugby (which has some similarities to American football, but does not involve stopping for a rest every twenty seconds or wearing full kevlar body armour like a bunch of nancies).

12. Further, you will stop playing baseball. It is not reasonable to host an event called the World Series for a game which is not played outside of America. Since only 2.1% of you are aware there is a world beyond your borders, your error is understandable. You will learn cricket, and we will let you face the Australians (World dominators) first to take the sting out of their deliveries.

13. You must tell us who killed JFK. It’s been driving us mad.

14. An internal revenue agent (i.e. tax collector) from Her Majesty’s Government will be with you shortly to ensure the acquisition of all monies due (backdated to 1776).

15. Daily Tea Time begins promptly at 4 p.m. with proper cups, with saucers, and never mugs, with high quality biscuits (cookies) and cakes; plus strawberries (with cream) when in season.

God Save the Queen!

*eu acho um porre esse negócio da galera ficar compartilhando 3848379243 coisas tidas como engraçadinhas pelo Facebook, mas isso foi certamente uma das coisas mais geniais e divertidas que eu já vi nos últimos tempos. tinha que guardar aqui.

vivir sin aire

a verdade é que o Rock in Rio me fez voltar às minhas origens – melhor dizendo, às minhas origens do rock, bebê. afinal, ver bandas como Maná, Guns n Roses, Angra, Frejat (Barão Vermelho represent), e até mesmo Skank – a minha primeira referência de guitarras distorcidas, porque foi o primeiro disco de rock, bebê que eu ganhei na minha vida.

e, voltando às origens, não tem como não lembrar de algumas pessoas responsáveis por essa “formação musical” minha. porque, diferente de muita gente que eu conheço, eu não tive essa educação do rock dentro de casa. meus pais e - lógico, a maior responsável pelo meu gosto pela música – a mivó nunca me apresentaram ao rock and roll, mas sim a todos os artistas da MPB. e eu faço questão de não abandonar essas raízes, por mais que as guitarras e baterias e baixos tenham ganhado tom mais pesado since 2002.

pasmem: eu comecei pelo metal. pois é. foi com Iron Maiden, Shaman, e Angra que eu entrei nessa vida sem escapatória. os responsáveis foram uns colegas (gêmeos) do Ensino Fundamental, que me fizeram ver que a vida podia ir além de Sandy & Junior. daí por diante, me aventurei pela terra do Metal e suas variáveis (heavy a melódico), e fui descobrindo outras coisas, tipo Pink Floyd, Beatles, AC DC, Rolling Stones, Aerosmith, Nirvana, Foo Fighters, etc. é bastante engraçado pensar nesses termos, em termos de descobrimento, como se todas essas bandas estivessem lá, feito tesouros, escondidas numa ilha, só esperando a minha chegada num barco pirata e um aparelho de som para ouvi-las.

Barão Vermelho, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Titãs, essas coisas, eu nem classifico como descobertas, porque isso entrava na ideia de MPB da minha família, e eu acho que aprendi a cantar Bete Balanço antes mesmo de saber o que era rock, bebê.

mas foi com a minha mudança de colégio, no Ensino Médio, que eu me aventurei mesmo pelas terras do rock. foi aí que eu virei filha do rock and roll, com direito a banda (que nunca deixou a sala de casa) e tudo. foram meus amiguinhos do Ensino Médio que me ensinaram que havia continuidade; por trás de Pink Floyd, ficava Roger Waters, e por trás de Beatles, ficava Paul McCartney, e ainda tinha Eric Clapton, Judas Priest, G3, e tantos outros.

mas o que motivou esse devaneio tão longo que tá virando esta entrada neste espaço cibernético chamado meu blog foi o desenterro do Maná. porque certamente o Maná foi uma das descobertas mais importantes do ano de 2004, que me trouxe um namorado e canções que embalaram uma história, e até mesmo o pós-história, e tanta coisa que eu já passei nessa vida.

graças a Deus, a mocinha aqui fica cada dia mais forte, e menos insegura e sensível a esses assuntos. e foi hoje, escutando Maná, que eu fiquei grata pelas descobertas musicais, todas elas, que tanta gente me proporcionou nessa vida. isso é sinal de que tudo o que eu passei na minha vida tá deixando de ser uma sucessão de eventos emotivos pra se tornar a minha história, da qual eu tenho orgulho, e não tenho motivos para me arrepender. e aqui, naturalmente, vai caber uma intervenção cirúrgica com uma canção do Rei: em paz com a vida, e com o que ela me traz; a fé que me faz otimista demais; se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!

antes de dar cabo deste post, vale uma nota: sim, o título se refere à canção do Maná, provavelmente a mais conhecida entre os brasileños, mas que não é nem de longe a minha favorita. poderia ter sido substituída por En El Muelle de San Blas, Falta Amor, Labios Compartidos, Oye Mi Amor, Clavado en un Bar, e tantas outras. mas, Vivir sin Aire se trata de amor perdido, amor que dói perder, e lógico que não dá pra me referir a Maná sem sentir dor do amor perdido – ainda que este sentimento esteja amadurecendo.

outra nota importante: desde a última vez que registrei qualquer coisa aqui, eu cortei o cabelo. pois é. um belo dia resolvi mudar. semana passada eu deixei de ser Maria Arrependida com aquele cabelo esquisito e enorme que tava, e agora tá direito, alguns dedos abaixo do ombro, do jeito que eu mais gosto.

última nota do dia: esse post não se classificou entre as menores coisas porque trata de música e amores, então, né. valeu o registro, só pra que eu nunca me esqueça.